quarta-feira, 6 de junho de 2012
domingo, 25 de março de 2012
sM2
Tentei dar os parabens a 00h pelo facebook, se atrasei, foi porque seu beijo me pareceu mais atraente... Escrevi um textinho pra vc, la vai...
"Uma vez eu li num blog, que anjos são enviados por Deus para nos proteger e nos amar. Hoje, eu digo que anjos são muito mais que isso, anjos nos ensinam a viver. Os anjos tem a função de cuidar da gente. E ao mesmo tempo que nos protege, nos faz rir de uma forma incontrolável, ou chorar escondidinho por assuntos amorosos. Anjos de verdade, nos escuta, e também falam bastante. Anjos criam conosco um vínculo que nos faz confiar cada vez mais neles. Anjos nos ensinam a falar coisas que sempre guardavamos conosco, a sermos do jeito que realmente somos. Anjos, às vezes, nos fazem sentir vergonha, mas a gente gosta. Anjos conseguem fazer com que, mesmo estando longe deles, pensamos neles, e anotamos coisas na para contar quando os virmos. Anjos nos mostram lugares inesquecíveis, não apenas pelos lugares, mas pelos momentos, pelas conversas, e principalmente pelos planos mirabolantes. Não sei se anjos são inesquecíveis, e nem quero saber, porque você, meu anjo, eu quero comigo sempre!"
Falamos que iamos ficar velhos juntos, mas não precisava ser tão rapido...kkkkk... Parabéns meu amor.
2011 - http://schoppan.blogspot.com.br/2011/03/parabens-seu-lindo.html
"Uma vez eu li num blog, que anjos são enviados por Deus para nos proteger e nos amar. Hoje, eu digo que anjos são muito mais que isso, anjos nos ensinam a viver. Os anjos tem a função de cuidar da gente. E ao mesmo tempo que nos protege, nos faz rir de uma forma incontrolável, ou chorar escondidinho por assuntos amorosos. Anjos de verdade, nos escuta, e também falam bastante. Anjos criam conosco um vínculo que nos faz confiar cada vez mais neles. Anjos nos ensinam a falar coisas que sempre guardavamos conosco, a sermos do jeito que realmente somos. Anjos, às vezes, nos fazem sentir vergonha, mas a gente gosta. Anjos conseguem fazer com que, mesmo estando longe deles, pensamos neles, e anotamos coisas na para contar quando os virmos. Anjos nos mostram lugares inesquecíveis, não apenas pelos lugares, mas pelos momentos, pelas conversas, e principalmente pelos planos mirabolantes. Não sei se anjos são inesquecíveis, e nem quero saber, porque você, meu anjo, eu quero comigo sempre!"
Falamos que iamos ficar velhos juntos, mas não precisava ser tão rapido...kkkkk... Parabéns meu amor.
2011 - http://schoppan.blogspot.com.br/2011/03/parabens-seu-lindo.html
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Nossa própria companhia.
"Dizem que o momento mais delicado da vida é a hora da morte, e que ali se sente a maior solidão de todas. Por mais que se queira confortar o moribundo, no fundo, sabe-se que a experiência da morte é uma vivência solitária e que nenhum de nós terá como fugir desse momento ou adiá-lo.Certa vez eu estava prestes a pegar um avião, pois deveria ministrar uma palestra em Brasília. No horário previsto, lá estava eu diante daquela aeronave absolutamente sozinho. Perguntei à comissária de bordo:- Onde estão os outros passageiros?Ela me respondeu:- O senhor seguirá sozinho, não há mais passageiros nesse voo.Tomado pelo medo, imediatamente perguntei:- Por que não cancelam o voo?Ela me explicou que não seria possível cancelar, pois o avião deveria seguir uma rota predefinida. Aceitei aquelas palavras com certa resignação. Sentei-me numa poltrona perto da porta - nem sei por quê - e fiquei pensando: "E se esse avião cair? Como serão as manchetes amanhã?: 'Felizmente, apenas um passageiro a bordo'".E imaginei os amigos comentando o ocorrido num bar de esquina:"Azarado aquele rapaz, hein?".Na metade da viagem, depois de esgotar todas as possibilidades pessimistas, comecei a pensar: "Com gente ao lado ou sozinho, o avião, a tripulação, o motor é tudo o mesmo. O que está diferente?".E logo encontrei resposta para minha questão existencial, filosófica ou metafísica: "Como é ilusória a sensação de que ao lado de outras pessoas estamos mais seguros. O que os outros poderiam fazer, em caso de emergência, além de gritar, implorando a proteção de Deus?"Compreendi, naquela tarde, que havia uma semelhança entre a vida e aquele voo. Nossa condição humana é de solidão, quer queiramos ou não. E não adianta insistirmos em manter muita gente ao nosso lado o tempo todo. A vida sempre encontrará um momento de silêncio para nos perguntar a respeito das nossas decisões.Nada mais sábio do que aprendermos a gostar de nossa própria companhia. Esse é um sinal de que estamos de bem com nós mesmos e com a vida. A cada um cabe não lutar contra isso, mas encontrar formas de conviver com essa realidade o mais saudavelmente possível. "
Trecho extraido do livro: "A Vida é Feita de Escolhas" - Ed. LoyolaProfessor Dalcides Biscalquin
segunda-feira, 9 de maio de 2011
=)
Desculpem o meu silêncio. O meu brilho se apagou.
Só quero me trancar aqui dentro por esses tempos.
domingo, 1 de maio de 2011
∞ EU SOU CORINTHIANS ME-IRMÃO! ∞
"Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma."
O melhor de tudo é não é morrer de amor e continuar vivendo, o melhor é morrer num clássico e continuar vivendo.
Isso sim. Sofrer até o último penalti. É, eu tento segurar minha tara pelo Corinthians pra tentar ser mais menininha, mas não dá. Cresci, aceito mais responsabilidades, quero ser mãe, mas eu sou Gavião. Eu como lanche de pernil na porta do estádio. Eu grito até ficar rouca. Eu canto do hino ao "Juiz fdp". Porque aqui é Timão!
EU SOU CORINTHIANS !!
domingo, 17 de abril de 2011
2.1
21 gramas de alma e todos os quilos de massa.
(Fernanda Correia)
Sempre achei que nessa idade tudo já estivesse resolvido. É engraçado a mente de uma criança. A simples consciência de que é só crescermos que tudo se transforma como num passe de mágica, na coisa certa. Acho que é exatamente como nós da geração Y percebemos os idosos sábios e tranquilos; que podem nem ser tão sábios, muito menos conhecerem a tranquilidade de perto.
Aos treze, eu decidi não ser o clichê da sociedade. Aos vinte e um, a unica coisa que eu espero é ser aquele clichê do famoso American Lifestyle, ou algum daqueles sábios velhinhos que ainda achamos experientes e tranquilos.
Na verdade, o que realmente quero dizer é que decidi parar de brigar com a vida. Sabe aquela coisa de ouvir Chimarruts, imaginar a praia como o lugar perfeito e simplesmente relaxar os músculos onde quer que esteja. É isso, é essa a vibe que to seguindo no momento. Ser tranquila por si só, sem motivo.
Ainda penso em revolução, afinal quem vê a indignação social estampada na minha cara nunca duvidaria disso mesmo quando eu não falo. Falar é outro dom que deve ser administrado. Se você fala muito, mesmo que coisas úteis, as pessoas não te ouvem mais. Falar o necessário é o necessário, talvez um pouquinho a mais e pronto. Divulgar sua própria vida particular é burrice, ainda mais quando faz disso notícia do Datena.
Ser simples não quer dizer não se destacar. Ser simples é um estado de espírito. Algo que só é percebido por aqueles que realmente se importam. Sempre briguei para ser vista, hoje, eu só quero poder viver minha própria vida e não fazer disso o mais novo seriado de um canal barato qualquer.
As coisas não precisam se definir se nem eu me defini. Nomenclaturas que me atormentam, e sempre me puxam pra desconversa. Sou do tipo que não fala até conhecer meu oponente. Ok, não falo nem conhecendo muito bem. A resposta mais inteligente que disse até hoje foi "No primeiro dia eu só escuto", é o que geralmente acontece nos outros dias também.
Hoje, eu adquiri o ritmo da vida. Resolvi deixar ela me definir e mandar na velocidade das coisas. Nadar conforme a correnteza, deixar esse moinho de vento se decidir pra onde me levar. Não quero mais pensar, só viver. Passar vinte e um anos correndo contra o tempo já não faz mais sentido. Só quero lembrar amanhã, do sentido de mudar o amanhã... ou vice versa... é, porque agora pra mim, é sempre um por vez.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Parabéns seu lindo!
domingo, 16 de janeiro de 2011
(sem título)
Sementes Do Amanhã - Gonzaguinha
Ontem o menino que brincava me falou
Que hoje é semente do amanhã
Para não ter medo que esse tempo vai passar
Não se desespere não, nem pare de sonhar
Nunca se entregue, nasça sempre com as manhãs
Deixe a luz do sol brilhar no céu do seu olhar
Fé na vida, fé no homem, fé no que virá
Nós podemos tudo
Nós podemos mais
Vamos lá fazer o que será
Que hoje é semente do amanhã
Para não ter medo que esse tempo vai passar
Não se desespere não, nem pare de sonhar
Nunca se entregue, nasça sempre com as manhãs
Deixe a luz do sol brilhar no céu do seu olhar
Fé na vida, fé no homem, fé no que virá
Nós podemos tudo
Nós podemos mais
Vamos lá fazer o que será
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Oi, Mês de Dezembro!
Acontece que quando queremos conquistar alguém, tendemos a – tal qual um pavão – exibir o que temos de melhor, de mais bonito e atraente. Afinal, a ideia é fazer com que o outro não tenha olhos para mais nada nem ninguém. E para corroborar com essa intenção, o outro também faz questão de alinhar seu senso crítico a fim de que o “exibido” seja mesmo tudo o que ele espera.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
100 ANOS, EU FUI! Corinthians Paulista do Meu Coração!
CORINTHIANOS apostólicos romanos, cem anos da nossa paixão! Que privilégio viver seu aniversário de 100 anos, meu Coringão! Que privilégio viver e ter você todos os dias da minha vida! Como é bom sofrer, vibrar, chorar, comemorar, sorrir, brigar e enaltecer tudo que você me dá! Não há dinheiro que compre isso, tá ligado! Não há!
Não precisamos de títulos, não precisamos de Libertadores, não precisamos de times maravilhosos, nem riqueza. Vivemos de Corinthians! Vivemos de humildade! Vivemos do corinthianismo! Não importa se o manto está sendo usado no futsal, numa sexta à noite, não importa se não temos craque em campo, não importa se é copinha ou Mundial. Nada disso importa! O que importa é saber viver você, meu Coringão! Só você!
Eu tava bem aí. E fardada de Gavião!
domingo, 29 de agosto de 2010
Ratinho Bêbado
quarta-feira, 28 de julho de 2010
"Vocês ficam felizes com um prato de comida no terraço"
Talvez eu esteja de TPM, ou não.
Prefiro acreditar que sim, a enfrentar a minha estagnação temporária diante da sociedade sendo esfregada na minha cara.
Não posso simplesmente engolir a seco uma frase desse tipo.
Não.
Apesar da minha enorme insegurança diária de não ter tempo suficiente de fazer das minhas frustrações, soluções; não aceito pensarem que meu sorriso momentâneo é a minha demonstração de passividade diante de tudo aquilo que eu vivo. Sorriso é sarcasmo.
O terraço é apenas uma etapa.
Cada fase é composta de um terraço. Quero apenas passar esta fase, por hora.
O terraço não é conformismo.
Pelo contrário.
É a busca incessante de conhecimento, de crescimento.
Espero estar resolvida a cada fase, passar por cada uma delas sabendo que eu realizei tudo que cobrei de mim mesma naquele momento. Sei que faço isso, mesmo que eu pareça sem referência por perguntar a respeito de tudo e não apenas fazer cara de que intelectual como a maioria.
Quando você se afasta um pouquinho da sua "baia", ou ilha, chamem como quiser; e olha pro "todo" que se baseia numa sequência de bonecos que apertam botões, você acaba achando que não pode mudar nada. Que de nada adiantaria. Por isso, na maioria das vezes, prefiro ter foco, e me concentrar... não naquilo que eu ainda não fiz, mas em tudo aquilo que faço neste momento, nas coisas que quero saber agora. Tento ser o melhor naquela fase do jogo, e tirar o maior proveito disso. Cresça o suficiente pra poder interferir, mesmo que esse crescimento nem seja tão grande assim. Interferir é muito mais do que apenas reclamar.
É mais coerente mudar aquilo que você já conhece, do que algo que você almeja.
Não posso dizer que o processo é mais fácil, mas o objetivo atingindo pode ser muito mais focado. Você descobre as falhas, e conserta-as, sabendo que aquilo irá interferir positivamente no resto que funciona. Ou em todo o resto que não funciona, whatever.
O ponto é que não adianta intelectual nenhum, com uma boa visão de mundo, admito, mas que não sabe nada sobre mim e meus ideais, vir com esse papinho de conformismo.
Interferir é muito mais que reclamar.
Ainda não é o meu momento, mas ele virá
...e eu sei esperar.
terça-feira, 29 de junho de 2010
Thank's T.
A base do homem são suas dúvidas.
Sem elas não teríamos o porque seguir em frente.
Quando você se percebe esclarecido, determina ali, o seu ponto final.
Não deveria ser explicado, nada.
Ponto de interrogação dá vazão à pesquisa, dá força. Enquanto que o ponto final, estaca.
Cessei... feliz e não satisfeita. Sem saber pra que lado buscar mais. Pseudônimo de tudo aquilo que não sou, e queria ser; ou que serei, sem querer. Eu não sei.
Caça o tesouro pela segunda vez dá preguiça. Ahh, a preguiça... é a melancolia escondida num dos sete pecados, a mais exercida por entre a rotina diária. O querer fazer com um empecilho esfarrapado; pra evitar as desculpas.
Quanto às dúvidas, elas devem ser confessada, uma ou duas vezes, na conversa com alguém de confiança.
Beijo, outro, to indo pra Fei.
Sem elas não teríamos o porque seguir em frente.
Quando você se percebe esclarecido, determina ali, o seu ponto final.
Não deveria ser explicado, nada.
Ponto de interrogação dá vazão à pesquisa, dá força. Enquanto que o ponto final, estaca.
Cessei... feliz e não satisfeita. Sem saber pra que lado buscar mais. Pseudônimo de tudo aquilo que não sou, e queria ser; ou que serei, sem querer. Eu não sei.
Caça o tesouro pela segunda vez dá preguiça. Ahh, a preguiça... é a melancolia escondida num dos sete pecados, a mais exercida por entre a rotina diária. O querer fazer com um empecilho esfarrapado; pra evitar as desculpas.
Quanto às dúvidas, elas devem ser confessada, uma ou duas vezes, na conversa com alguém de confiança.
Thank's T.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Thiago
Era silêncio. Extremo silêncio. Ninguém a vista na rua Santa Juliana em Guarulhos.12:30 - Velório08:00 - Enterro (Cemitério Vila Rio)
De quem eu sempre esperava o boa noite, só vi um bilhete preso no portão.
O bilhete mais triste, e que alguém sempre sofre na hora de escrever.
O carro não estava lá, mas estava ontem.
Quando alguém de vinte e dois anos morre é diferente.
É como se Deus tivesse simplesmente dito "você não joga mais".
É um botão de desligar.
Abalo que desestrutura muito mais que uma família;
muda o trajeto da vida, muda a forma de pensar, muda a rotina de muita gente.
Isso é lindo. Demonstra que você cumpriu o que lhe foi prometido.
Mas seria bem melhor acordar e não ouvir a frase que me deixou perplexa, num mundo paralelo e chorando escondido o dia inteiro.
Sempre achei que iríamos nos encontrar em algum lugar e falar mais do que as frases de sempre, ainda não fizemos isso; acho que terei que esperar.
Que cada lágrima derramada hoje seja vista como amor e devolvida como força;
mostra o quanto você amou e é amado.
Vai menino, voa cada vez mais alto pra um lugar onde todos nós queríamos estar.
Quando eu me atrasava, o carro já estava na garagem, e a luz da televisão brilhava pela janela.
Eu sabia que ele estava lá.
Hoje, a televisão não brilha.
Aposto que ele está assistindo tv num outro lugar.
Meus sinceros sentimentos.
Flávia Schoppan
sábado, 12 de junho de 2010
É, pois é. Tenho uma certa tara por novos tipo de comunicação. Vivo procurando e caçando qualquer merda pra poder me expressar. A frequência com que posto diminuiu assustadoramente, isso porque não conseguia parar de descobrir novos tipos de Canais de Vlogs, é viciante. Meu orkut parou de ocupar 50% do meu tempo na internet e passou a seus 7% nos primeiros três dias. Cansei de assistir, agora eu quero fazer! Sim, e nesse dia dos namorados completamente pacato e sem fortes emoções, passei a maior parte do meu tempo me conectando a essa mídia: o Vlog.
Não sei se vai suprir a minha necessidade de escrever, mas, no mínimo, está consumindo horrores do meu tempo. É um novo desafio, terei que mudar minha linguagem, afinal agora serão palavras faladas e não escritas. Além disso, tem também o detalhe gritante que é realmente a minha paixão, meu trabalho, meus estudos. Meu mundo: o Audiovisual.
Por Flávia Schoppan
quarta-feira, 31 de março de 2010
Meu nome é Sarah Petrovinski e estou no corredor da morte.
Já matei alguém... uma criança. Mas foi há muito tempo, e nunca fui presa por isso. Do pai eu só ouvi "isso é um assalto". Sinto por nunca mais ter amado, ou ter amado demais.
Esse é o meu castigo, eu acho: a minha morte. Ela, eu ainda guardo em segredo. Não é coisa agradável de se dizer. É daquele tipo que precede o silêncio.
A cada dia é como se essa grande tristeza se apoderasse do meu corpo como num ritual onde eu sou a ginga e o galo preto. Nada é mais matador do que o olhar daqueles que acompanham a minha morte diária.
Sinto a preocupação arrancar-me os cabelos. Tudo que vivi me trouxe até aqui, e apesar do clichê da frase, eu realmente não me arrependo de nada. É no chuveiro que encontro-me com o meu desespero, e numa dança suave, lágrimas viram água e água vira chão. Câncer é triste, eu sei, mas não quero mais falar a respeito.
Já matei alguém... uma criança. Mas foi há muito tempo, e nunca fui presa por isso. Do pai eu só ouvi "isso é um assalto". Sinto por nunca mais ter amado, ou ter amado demais.
Esse é o meu castigo, eu acho: a minha morte. Ela, eu ainda guardo em segredo. Não é coisa agradável de se dizer. É daquele tipo que precede o silêncio.
A cada dia é como se essa grande tristeza se apoderasse do meu corpo como num ritual onde eu sou a ginga e o galo preto. Nada é mais matador do que o olhar daqueles que acompanham a minha morte diária.
Sinto a preocupação arrancar-me os cabelos. Tudo que vivi me trouxe até aqui, e apesar do clichê da frase, eu realmente não me arrependo de nada. É no chuveiro que encontro-me com o meu desespero, e numa dança suave, lágrimas viram água e água vira chão. Câncer é triste, eu sei, mas não quero mais falar a respeito.
Flávia Schoppan
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Sou Deus!
Calma, não é assim sou Deus, tem explicação.
Essa era a música. Qual era a minha parte? Escrever a resposta de Deus. Dificílimo. Meu Deus, como foi difícil! Quero dizer, como eu colocaria a resposta Dele ao mundo em apenas 12 linhas. Ou melhor, como eu escreveria por ele, se nem eu sei a verdadeira resposta. Tentei não me prender a nenhum tipo de religião, afinal sou emancipada religiosamente e também não queria que minhas palavras fossem repetidas com fervor em alguma Igreja que nem sabe os meus princípios. Voilà, está feito. Não perfeito, apenas feito.
"Já parou pra pensar como é fácil apontar as injustiças que Deus faz com os homens? Aposto como não parou pra pensar no propósito de cada filho Dele. Quero dizer, missões nunca são fáceis. Fácil é julgá-las. Não te incumbiriam de fazer algo se você não fosse capaz. Fome, miséria, desastres naturais, tudo tem um propósito, mesmo que ninguém o entenda. Mesmo que ninguém O veja. E se o grande ato daquele cidadão lá do Haiti, não seja sensibilizar pessoas no mundo todo? Se o cara que perdeu uma perna na guerra, não espalhe, além das histórias, o amor a vida aos seus pequenos netos? Se o mendigo que dorme em frente a um ponto de ônibus, não tenha a missão de espalhar revolta por entre os jovens que farão do mundo, um mundo melhor? Meu filho, sinto muito, mas não pedirei a nenhum de vocês perdão por dar-lhes o sofrimento que sei que será o suficiente. Pois esse tal sofrimento está ai, exatamente porque cada um é capaz de cumprir o que lhes prometi."
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Cultura Remota.
A faculdade, um passo pra evolução mental humana, é pouco. Pra mim, é pouco. Não pensando a longo prazo, mas penso no já, e eu quero mais. Mais que sentar a bunda numa cadeira, enquanto espero passivamente alguém, cuja história não é 'tampouco' maior ou melhor que a minha, e que me obrigue a engolir cada palavra, sejam elas dignas de um livro, ou de pena. Quero explorar tudo, todos, o mundo. Será que não seria um sonho comum? Não, não é. Quero mais do que simplesmente ir pro Caribe e comprar roupas pra contar às amigas... pelo menos eu sei onde fica o Caribe, mesmo que não compre as roupas de lá. Ter a obrigação de expressar-me em inglês; parar de comer hot-dog só quando conseguir me virar pra comer "tacco tradicional com guacamole" ou qualquer coisa do tipo; conhecer pessoas, mesmo que seja para julgá-las fútil, como sempre; é isso que eu quero pra minha vida. Não quero ter limite, e sinto como se estivessem me impondo vários.
A faculdade... ah, a faculdade... sempre comparei a vida humana como numa teia alimentar, e é exatamente por esse motivo a minha maior indignação. Agora tudo parece não ter passado de um blefe. Não "foram selecionados indivíduos que melhor se adaptavam e resistiam a diversas situações dentro de uma teia alimentar"! Ou talvez eu queira achar que não foram, que ainda ocupo a borda do funil. Talvez a passagem do funil ainda mantenha um raio maior que pi. Preferia que fosse no mínimo a raiz cúbica disso, mesmo que significasse estar fora dessa nata, se é que pode-se chamar de nata uma série de estudante bancados pelo progenitor, com uma mentalidade, na maioria das vezes, extremamente fútil e nada consciente das diversidades e contradições que se pode viver numa pesquisa aprofundada como devia ser a tal "faculdade".
Pretenções à parte, comparando-me às pessoas que realmente admiro na história, me vejo usando minha capacidade pra nada, um conhecimento fraco que eu cansei de aprender.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
O clube do Filme, David Gilmour
Nunca me achei comum. Eu era daquele tipo que se acha, talvez ainda seja. Sempre desprezei quem não sabia o português, não por não saber, mas por não se interessar em aprender. Talvez tenha sido daí que desenvolvi uma alta capacidade de ler livros numa velocidade incrível. Gosto de ler coisas inteligentes e observar como cada autor tem sua forma peculiar de escrever. Prefiro livros com história do que aqueles retóricos que se baseiam apenas em teses. Atualmente leio "O clube do Filme" de David Gilmour, diferente de J.K. Rowling ele não dá detalhes muito profundos a respeito do espaço geografico. Me deixou compará-lo também com Stephenie Meyer, autora da Saga Crepúsculo, já que os detalhes físicos do tipo caras e bocas não é o forte do autor, diferente da descrição precisa que Stephenie nos proporciona. A trama interessantíssima nos leva a análise de vários filmes e diretores de forma clara e objetiva, além disso, demostra uma relação pai e filho, com preocupações reais de existencia, crises de amor, etc. Só mais uma coisa: Eu recomendo! sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
garden
Pela manhã eu estranhamente vi a cena de um filme. Era uma velhinha do tipo asiática varrendo seu jardim, o engraçado é que presenciei apenas uma pequena parte dessa cena devido ao muro que nos dividia, e aquela fração de segundo ficou na minha mente o dia todo. A cor verde-azulado da vassoura combianava com sua blusa estilo camisa, com botões abertos suficientes para ver o começo de suas roupas íntimas num tom bege broxante. Baseava-se num tom azulado apesar das folhas verdíssimas à sua volta. A saturação e intensidade das cores pareciam feitas em algum programa de edição de imagem. Eram exageradas, lindas. Sorri ao passar, afinal quem diabos levanta pra varrer o jardim as sete horas da manhã?! Era surreal. Será impossível não olhar pra mesma casa na Zona Norte procurando a tal velhinha de mentira e imaginar a história dela, todos os dias.quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Lembro-me como se fosse ontem.
O governo está realmente querendo enfiar goela abaixo essa história de raios e trovões. Não, com todo o meu estudo e aprendizado, me recuso a acreditar em toda essa lorota. Carlos Henrique, um professor do meu técnico em Telecomunicações, certamente está se revirando pra lá e pra cá com seus ferimentos da época da ditadura militar.
(continua.... BLACK OUT)
(continua.... BLACK OUT)
sábado, 7 de novembro de 2009
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Como se fosse a primeira vez... ¬¬"
Sinto-me extremamente triste hoje, consigo perceber as panquecas de quatro queijo do almoço vindo e voltando no meu estômago; isso e mais uma encruzilhada de pensamentos sem parar. Agora, escrevo garranchosamente em meu caderno, em pé (graças a maldita superlotação mundial) num dos ônibus do Morumbi. Talvez a maioria das pessoas nem tenham percebido minha presença, certamente que não. O motorista puxou um papo ou dois à respeito do trânsito, mas aposto que o que ele queria realmente saber era o motivo das minhas lágrimas, não dei esse gostinho a ele. Acho que nenhuma música do meu velho MP4 se encaixa agora, talvez todas elas descrevam de certa forma o que estou sentindo, e exatamente por esse motivo que eu prefiro continuar minha longa jornada até a Mooca ouvindo apenas o ruído ensurdecedor do transito de São Paulo. "Flávia, não veste tanto a camisa". A frase que eu mais ouvi nos ultimos tempos foi: "VOOO-CÊÊÊ... OUVINDO PA-GO-DEEE FORA DO EXPEDIENTE??" ; já na faculdade, o apelido era "BAND FM", admito que gostava dele. Por mais que me dissessem que era ruim, eu defendia-a com unhas e dentes.
Me disseram que eu sorria estranhamente enquanto a minha chefe
"me desligava da emissora".
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Sem título, 2009. Kapitel Eins
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Come-se, e come-se bem.
As pessoas têm um costume muito feio de julgar sem conhecer. Isso é uma defesa natural do ser humano que bloqueia, quase que automaticamente, o desconhecido. Para não ter esse problema a respeito do meu post de hoje, resolvi encarar uma fila de
um quarteirão e fitar frente-a-frente um prato do "Bom Prato". Confesso que não gostaria de me surpreender, pois estaria demonstrando que também tinha um bloqueio. Mas o ponto é esse, me surpreendi com o atendimento educado, com o ambiente limpo, com a atenção dos funcionários, com a rapidez e agilidade do processo, e por fim, pela saborosa comida. A pia é posicionada exatamente no caminho da fila para se pegar a comida, o que faz com que mesmo os esquecidinhos lavem suas mãos antes de se servirem. Uma coisa engraçada que vi por lá foi uma placa habitando uma das paredes que dizia: "Aqui não se serve pessoas com dietas especiais!". Era mais ou menos assim: "Se tiver frescura, paga 5 conto do restaurante do lado!". Quando disse que escreveria sobre o Bom Prato e perguntei a opinião das pessoas, ouvi diversos comentários preconceituosos."O ambiente lá é meio pesado, cheio de mendigos!"
Sentei-me e comi. Analisando cada ingrediente, tempero, aroma. Julgando a cada garfada. Após alguns minutos a cadeira à minha frente se esvaziou, e um mendigo sentou-se ali, diante de mim. E realmente vi um absurdo que tanto me alertaram... já, já explico.
Ele sentou-se meio de qualquer maneira,
imagino que estivesse com fome e queria logo devorar aquele prato todo. Levava preso ao lado do corpo uma trouxa com cobertor, colocou-a no chão. E sem mencionar o forte aroma, característico de alguém que vive na rua, nada mais me surpreenderia. Novamente tenho que admitir que fui pega de surpresa quando aquele mendigo, baixou a cabeça e orou diante do prato... e de mim. Senti-me culpadíssima nessa hora, eu com todo esse meu estudo, essa minha filosofia de vida de querer mudar o mundo, apenas me sentei e comi, enquanto um homem cujo passado ninguém se lembra, agradeceu a Deus por poder se alimentar naquele dia. A diferença estão nas pequenas coisas. Hoje, o muro de Berlin entre mim e aquele mendigo foi levado ao chão, quando rabisquei uma anotação no canto da minha agenda que estava ao lado naquela hora:
Ele sentou-se meio de qualquer maneira,
imagino que estivesse com fome e queria logo devorar aquele prato todo. Levava preso ao lado do corpo uma trouxa com cobertor, colocou-a no chão. E sem mencionar o forte aroma, característico de alguém que vive na rua, nada mais me surpreenderia. Novamente tenho que admitir que fui pega de surpresa quando aquele mendigo, baixou a cabeça e orou diante do prato... e de mim. Senti-me culpadíssima nessa hora, eu com todo esse meu estudo, essa minha filosofia de vida de querer mudar o mundo, apenas me sentei e comi, enquanto um homem cujo passado ninguém se lembra, agradeceu a Deus por poder se alimentar naquele dia. A diferença estão nas pequenas coisas. Hoje, o muro de Berlin entre mim e aquele mendigo foi levado ao chão, quando rabisquei uma anotação no canto da minha agenda que estava ao lado naquela hora:"Acreditar mais nas pessoas e no potencial delas."
Marcadores:
Come-se,
e come-se bem.
quinta-feira, 26 de março de 2009
Tema: "Quem sou eu?"
Certa feita, me deparei com a mesma questão numa entrevista e admito que me surpreendi ao perceber que eu tinha apenas vinte linhas pra dissertar sobre toda uma vida, uma história. Era impossível. As pessoas a minha volta escreveram sobre seus pais, avós, nacionalidade, idade, se tinha filhos ou não, etc. coisas banais desse tipo. Eu não...
"Por mais que possa parecer ridículo para a maioria das pessoas, sou aquela que mudará o mundo. A base do ser humano são seus princípios, e eu tenho os meus. Por sinal, os protejo com unhas e dentes. Poderia muito bem vir aqui e dizer que sou estudante de comunicação, que terei um cachorro chamado Ruffos, mas essa não sou eu, esse é apenas o meu mundo.
Eu sou aquela que tenta desesperadamente construir um futuro digno e ter conhecimento suficiente para fazer disso um bem comum. Quero fazer tudo isso antes que meus cabelos se tornem brancos, mas admito que não ligo caso tenha que pintá-los até que consiga realizar tal feito. Também me considero resquícios das minhas lembranças. Das manhãs de domingo com meu pai. Daquele amor pelo professor de ballet. Até mesmo das brigas com meu irmão ou das peripécia que fazíamos juntos contra a babá. Nada foi em vão... nada.
Cada detalhe me preparou para hoje trazer comigo um ideal, uma meta, mais do que isso, a razão da minha vida. E, quer saber, mesmo que o meu grandioso sonho não se realize, quero passá-lo adiante. E faço isso agora enquanto você lê..."
Depois de toda uma filosofia dessas, eu sorri ao ver que as pessoas que repetiam informações do seu currículo foram aprovadas, e eu não.
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Tema: "Quem sou eu?"
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Cultura
Somos coletores, caçadores, cultivadores. Adquirimos o hábito de cultivar junto com o sedentarismo. Cultura é texto e, é algo que pode ser lido de acordo com o repertório do grupo de poder. Cultura pode ser decodificada por uma sociedade ideológica. Esse tratar social se remete a mitos, sagrações, e ritos. Um exemplo disso é o enterro, o homem sedentário teve a necessidade do enterro simbólico, que deu origem à religião. Mitos e ritos tomaram proporções sociais e tornaram-se formas de cultura. Semear o morto, preservar a vida, ressucitação. A princípio era como plantar a vida. Divisão corpórea: relação de polaridade do próprio corpo humano com a natureza. Uno, duo, trio: pai, filho, espírito-santo. Diretamente ligado a cultivar.
Sêmen, semente, semear, fruto do vosso ventre. Uma mulher grávida emite um cheiro dizendo às outras mulheres "Fiquem grávidas!" e automaticamente as outras entram em fertilização (cio). Isso ocorre até os dias atuais, por isso, geralmente onde tem uma grávida, rapidamente fica lotado de grávidas. As mulheres faziam isso na época dos nômades para que todos pararem até todos os filhos nascerem. A idéia do sedentarismo é a idéia da procriação. Nos multiplicamos mais a partir do momento que paramos.
O homem olha para as coxas e bunda da mulher pra ver se ela guarda reserva de gordura suficiente para alimentar um possível feto.
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Faire l’enfant
Faire l’enfant - Comportar-se como criança (Francês)
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quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Chuva. O que tens a dizer sobre ela?
Beijo. Outro. Tchau.
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Chuva. O que tens a dizer sobre ela?
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
"Se o transporte é público, por que pagamos?"
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"Se o transporte é público,
por que pagamos?"
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
eu te amo.
Sentados na sala assistindo tv. Já era tarde da noite. A luz das imagens que passavam na televisão iluminava o rosto dos dois. Eles estavam abraçados como se o mundo fosse acabar no dia seguinte. A tv ainda estava ligada, mas o som em suas mentes era outro.
"Quem ama não trai. Mas quem ama perdoa. Vai entender... quem falou isso não deve ter passado por muitas experiências. Ah...eu a amo tanto! Se ela não tivesse feito tudo aquilo estaríamos tranquilos agora. Mas já faz tanto tempo, que... acho que deveria parar de me preocupar com essa besteira. Ela errou, sabe disso, tudo que passamos nos fez perceber que..."
-Pipoca? [Ela ofereceu]
-Não, obrigado.
"Será que ele parou mesmo de pensar nisso? Tudo bem que eu fiz besteira, mas quando a história é com a gente a coisa toda muda. Eu durmo todos os dias pensando em como desfazer. Agora eu sei como ele se sentiu quando eu fiz isso. Acho que até..."
"nos fez perceber que somos perfeitos um para o outro! Mesmo com todos esses defeitos. Isso mesmo, vou parar de pensar nesse assunto. Já é passado, e agora nós temos um futuro pela frente. Um futuro que eu não trocarei por nada nem ninguém."
"Hunf... nunca mais vou cometer aquele erro. É estranho falar 'erro'. Se não fosse esse 'erro' não sei se daria tanto valor pra essa pessoa que está do meu lado agora. Amor, você é lindo - pensou olhando para seu rosto levemente iluminado pela luz da tv - e, eu te amo..." Sentiu uma vontade enorme de sumir com ele desse mundo. Seu coração ficou apertado. Acariciou o cabelo dele com carinho.
"até podemos tirar uma lição disso tudo. Pensando bem, agora nos amamos mais do que nunca. - sentiu a mão dela em seus cabelos e fechou os olhos - aiai, eu te amo tanto... nunca mais faça isso, ok? Nós temos um futuro agora. Não vou estragá-lo, e sei que você também não..." Sentiu uma vontade enorme de sumir com ela desse mundo. Seu coração ficou apertado. Por 3 segundos conseguiu ver o resto da sua vida ao lado dela.
-Vamos pra cama? Já está tarde... [Ele Sugeriu]
- Claro... [Ela respondeu, desligando a tv.]
Foram abraçados até a porta do quarto. Ela se deitou, e ele fechou a porta, que fez um leve barulho. Amanhã é um novo dia. Quem ama perdoa? A resposta varia pra cada pessoa. Eles escolheram amar um ao outro acima de qualquer coisa.
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eu te amo.
The tears of a crow.
Aquele que maquiado faz rir, começa a limpar a parte branca da maquiagem. Vê uma marca no rosto. Aconteceu. Finalmente aconteceu. Escorreu como se fosse um colírio. Manchou a maquiagem branca antes que ela fosse tirada do rosto. Mostrou que ele também era um humano. Mostrou que ele também podia chorar. Sem a maquiagem ele mostra suas angústias e tristezas. Um homem que precisa de alguém perto. Precisa de alguém para o fazer rir. Precisa de um sorriso. Mas logo a noite vai embora e o dia nasce como magia. A maquiagem volta ao rosto e novamente ele se encontra no meio do picadeiro.
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The tears of a crow.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Hoje, falei com Ele.
Venho por meio desta simples carta demonstrar a um homem, o meu grande e único amor, o quanto eu o amo e o admiro. Um homem maravilhoso que Deus colocou no meu caminho, e que por um grande milagre ainda me ama. O amor que sinto por ele é tão grande e exagerado, que às vezes sinto por sufocá-lo, e então é hora de parar e esperar a saudade chegar. Passamos tanta, tanta coisa juntos. Deus nos deu uma segunda chance, a qual não vou desperdiçar. Ele me faz feliz ao ponto de eu querer gritar no meio da rua que o amo, e que me casarei com ele; só me contenho, porque ele ficaria com vergonha. Hoje, venho dizer a esse homem que tanto amo, que foi por ele que eu fiz o meu primeiro voto. Sim, fiz. Não sei como, mas, derrepente senti vontade de orar, me ajoelhei e falei com Deus. Já venho fazendo isso há um tempinho, mas nunca senti o que eu senti hoje. Foi pela primeira vez que eu senti que Ele estava ali, esperando e me ouvindo, com todas as atenções ali, naquele monte de palavras que saiam da minha boca sem parar, incontrolavelmente. Não sabia direito como fazer aquilo, mas acho que com Deus não tem esse negócio de certo ou errado, falei de coração, acho que é isso que importa. Antes, eu sentia que orar era como falar para a caixa postal de Deus, e por mais irônico que isso possa parecer, ainda acho que faz um pouco de sentido, e que depois, quando estivesse menos ocupado com as milhares de coisas que tem que se preocupar, ele ouviria, e por isso não respondia imediatamente com palavras, mas depois por atos, mas hoje não, Ele estava ali... Chorei, agradeci, pedi perdão e a benção ao nosso amor, e com a maior fé, que eu nem sabia que tinha, pedi que desse tudo certo na cirurgia, para que você pudesse me levar à Igreja no Domingo para agradecer. Fui levada ao voto, não sei explicar, como se Deus me desse a mão e me mostrasse o caminho. Ele estava ali, eu juro. Senti ele presente, e pela primeira vez, prestando atenção só no que eu dizia. Deus estará lá Meu Bem, senti isso. Ele vai estar, acredite, eu sei. Não sei como e nem porque eu tenho tanta certeza, só sei que falei com ele. E amanhã, ele vai estar lá com você.
domingo, 28 de dezembro de 2008
Matheus "em inglês"
É, como já disse minha mãe:
"O menino não sabe nem falar o português direito, e você querendo ensinar inglês... tsss tsss tsss..."
Vamos lá Matheus, o mundo vai te obrigar a falar em Inglês, tem que aprender desde cedo. O Bush não será mais o presidente do mundo no ano que vem, mas o Obama está aí pra continuar a dominação que se iniciou com George Washington em 1732.
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Matheus "em inglês"
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
Feliz natal e blá blá blá...
Jingle Bells
Chega de Feliz natal e blá blá blá...
Ao invés de fazer aquelas palhaçadas de Feliz Natal e aquelas porcarias que todo mundo fala e que eu já estou farta de ouvir e, de receber por e-mail, resolvi fazer algo melhor, algo que realmente tenha sustância e que sirva para o ano todo.
Continuo desejando um feliz Natal e um Feliz Ano Novo, mas o que é felicidade? Vou comentar "As dez leis para ser feliz" do psiquiatra Augusto Cury, a idéia principal se baseia em:
Continuo desejando um feliz Natal e um Feliz Ano Novo, mas o que é felicidade? Vou comentar "As dez leis para ser feliz" do psiquiatra Augusto Cury, a idéia principal se baseia em:
"Posso te dar os tijolos, mas só você pode edificar."
Ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções. Ser feliz é encontrar a força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no medo, amor nos desencontros. Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições no fracasso. Não é apenas ter jubilo nos apalusos, mas alegria no anonimato. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro de seu próprio ser. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. É beijar os filhos, curtir os pais e ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem. Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós. É ter maturidade para falar "eu errei". É ter ousadia para dizer "me perdoe". É ter sensibilidade para expressar "eu preciso de você". É ter capacidade de dizer "eu te amo". Ser feliz não é ter uma vida perfeita. Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância. Usar as perdas para refinar a paciência. Usar as falhas para esculpir a serenidade. Usar a dor para lapidar o prazer. Usar os obstáculos para abrir a janela da inteligência. Jamais desista de si mesmo. Jamais desista das pessoas que você ama. Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível.
1º - CONTEMPLAR O BELO
2º - SONO REPARADOR
3º - FAZER COISAS FORA DA AGENDA
4º - EXERCÍCIOS FÍSICOS E ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL
5º - GERENCIAR A EMOÇÃO
6º - GERENCIAR OS PENSAMENTOS
7º - PROTEGER OS SOLOS DA MEMÓRIA
8º - TRABALHAR PERDAS E FRUSTRAÇÕES
9º - SER EMPREENDEDOR
10º - INTELIGÊNCIA ESPIRITUAL
2º - SONO REPARADOR
3º - FAZER COISAS FORA DA AGENDA
4º - EXERCÍCIOS FÍSICOS E ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL
5º - GERENCIAR A EMOÇÃO
6º - GERENCIAR OS PENSAMENTOS
7º - PROTEGER OS SOLOS DA MEMÓRIA
8º - TRABALHAR PERDAS E FRUSTRAÇÕES
9º - SER EMPREENDEDOR
10º - INTELIGÊNCIA ESPIRITUAL
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Feliz natal e blá blá blá...
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Shame
Estado emocional extremo. Sensação incrível e incontrolável. Tenta-se escondê-la, mas não há refúgio. Bochechas vermelhas, num piscar de olhos, o coração dispara, as mãos umedecem, a mente te joga em meio a milhares de pensamentos... Instante, pequeno instante, que torna-se interminável. O amor é um dos maiores responsáveis por tal feito. A vontade de gritar ou conter-se, se chocam. Estudos tão avançados e, sentimento ao qual a medicina não pode fazer nada. Constrangedor, lindo, engraçado, impactante... são essas e outras as definições desse momento ao qual pensamos em nos "enfiar na gaveta".
Beijo. Outro. Tchau.
Agradeça.
Li cerca de cinqüenta páginas hoje, e a coisa mais importante que aprendi, na verdade, eu já sabia. É diferente você saber e você fazer. Mesmo sabendo que devia fazer, deixava sempre pra mais tarde.Agradeça.
Agradeça tudo que você tem, todos os dias. Acorde e, antes de levantar, diga apenas "Obrigada pelo dia de hoje!". Ao colocar o primeiro pé no chão, diga "Obrigada", faça o mesmo quando colocar o outro. Enquanto anda até o banheiro, a cada passo diga "Obrigada", agradeça estar andando. Ao escovar os dentes, pense no dia que deseja ter, tudo que fará, como se ele já tivesse acontecido, imagine o dia de hoje perfeito.
Quanto tempo você leva pra fazer isso todos os dias? Eu parei pra pensar, e cheguei a uma conclusão não muito difícil: "Nenhum". Nenhum tempo será gasto a mais. Você fará as mesmas coisas, porém enquanto faz, agradecerá. Ao acordar, em vez de dizer: "Droga, tenho que trabalhar", diga: "Obrigada pelo dia de hoje".
Tente num único dia, e perceba como se sentirá muito mais leve. Os problemas parecerão muito mais toleráveis e com fáceis resoluções. Grandes dos maiores filósofos acreditavam que a graça atrai mais graças. Ao agradecer, você se conecta com a "freqüência do agradecimento", que é extremamente positiva. Logo, atrairá apenas coisas boas para o seu dia. Vamos lá, tente!
Enfim, hoje, eu só passei por aqui pra agradecer, então:
Obrigada...
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Agradeça
domingo, 21 de dezembro de 2008
The Secret
Pense assim: nós sabemos que a torre de uma emissora de televisão transmite através de uma freqüência, que é transformada em imagens em seu televisor. Na verdade, a maioria de nós não entende como isso funciona, mas sabemos que cada canal têm uma freqüência e, quando sintonizamos naquela freqüência, as imagens aparecem em nosso televisor. Escolhemos a freqüência selecionando o canal e então recebemos as imagens que ele transmite. Se quisermos ver imagens diferentes em nosso televisor, mudamos de canal e sintonizamos outra freqüência.
Você é uma torre de transmissão humana e é mais poderoso do que qualquer torre de televisão criada na Terra. É a mais poderosa torre de transmissão do Universo. A transmissão que se propaga de você cria sua vida e o mundo. Sua freqüência vai além das cidades, países, e do mundo. Ela repercute por todo o Universo. E você transmite essa freqüência com seus pensamentos.
As imagens que você recebe da transmissão de seus pensamentos não estão numa tela de TV em sua sala: elas são imagens da sua vida! Seus pensamentos criam a freqüência, atraem coisas semelhantes naquela freqüência, que em seguida lhe são transmitidas de volta como as imagens de sua vida. Se você quer mudar algo em sua vida, mude o canal e a freqüência mudando seus pensamentos."
Acho que esse trecho do livro já diz tudo... siga a Lei da Atração, ou ela seguirá você!
Boa noite.
"A minha saga ao conhecimento começa agora!"
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The Secret
sábado, 20 de dezembro de 2008
Jump
Noite passada, enquanto tomava o meu leite quente no silêncio da madrugada, lembrei-me de uma antiga conversa e pensamento que segue:
O próprio sistema caminha para a falha. Com o avanço tecnológico e da medicina, as pessoas tendem a uma vida mais longa. Conforme cresce o espaço da mulher moderna no mercado de
trabalho, cresce também a tendência de ter menos filhos e, mais tarde. Juntando uma coisa ali e outra aqui, em síntese:
Daqui vinte anos ou menos, a população se tornará velha, os poucos jovens que restarem, nascidos por acidente de camisinhas furadas, serão viciados em hi-tech, e terão mentes de velho, pois os círculos sociais serão sempre com pessoas velhas, ou pelo menos a maioria delas. Desejos serão reprimidos, a vida se basearia em remédios e reclamações, em estudo e ciência, em video game, computador, MP50, e em nano-partículas de fibra óptica que serão enfiadas na sua cabeça para darmos satisfação ao GPS do governo dos Estados Unidos...
trabalho, cresce também a tendência de ter menos filhos e, mais tarde. Juntando uma coisa ali e outra aqui, em síntese:Daqui vinte anos ou menos, a população se tornará velha, os poucos jovens que restarem, nascidos por acidente de camisinhas furadas, serão viciados em hi-tech, e terão mentes de velho, pois os círculos sociais serão sempre com pessoas velhas, ou pelo menos a maioria delas. Desejos serão reprimidos, a vida se basearia em remédios e reclamações, em estudo e ciência, em video game, computador, MP50, e em nano-partículas de fibra óptica que serão enfiadas na sua cabeça para darmos satisfação ao GPS do governo dos Estados Unidos...
O ser entrará num estado chamado pela Escola de Frankfurt de "Sublimação", no qual a repressão interna é tão grande que energia deve ser gasta, seja para coisas boas ou ruins...
Além de tudo isso, o INSS e Previdência não teriam dinheiro suficiente para oferecer aposentadorias dignas para a quantidade de idosos que existirão. Logo, o sistema terá falhado, e falido.
Então, voltando pros dias atuais, vamos aproveitar que ainda somos jovens e mais vivos do que nunca, vamos dar mais atenção às pessoas a nossa volta e menos ao orkut. Vamos correr, rir, brincar, gritar... Pule, cante, se expresse, enquanto a sociedade tem a cabeça jovem.
Beijo. Outro. Tchau.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
- Capitu - 1 - "Dom Casmurro"
Li aqui e ali comentários sobre o debate em torno de Dom Casmurro, de Machado de Assis. A homenagem ao escritor de margem até a pesquisa sobre a suposta
traição de Capitu, com um interessante quase-empate no resultado. Desancaram o Bentinho num debate. E cheguei a assistir a um trecho de uma entrevista da Marília Gabriela com o Gustavo Franco em que ela insistia em saber de que “lado” ele estava – da traição ou não -, e na qual pareceu bem tola diante da recusa polida do entrevistado em dar sua opinião.O que realmente me espanta é que este tipo de drama, inteiramente irrelevante nos tempos dos testes de DNA, ainda provoque tanta discussão. Até uma adaptação recente do livro foi feita para o cinema. Alguém pode se mobilizar ainda com este tipo de dúvida existencial? É como "A Volta ao Mundo em 80 dias", mesmo uma criança sabe que hoje em dia dar a volta ao mundo nesse prazo é uma viagem demoradíssima, o que torna o suspense do livro uma curiosidade exótica. Socialmente, a dúvida do Bentinho é igual, em termos tecnológicos, ao desafio de Phileas Fogg. Mas a ficção científica avançou bem mais do que a alta literatura. Nas obras ditas sérias o modelo de relacionamento ainda é mais ou menos o da época de Machado, baseado em amores eternos e fidelidade, com mais liberdade sexual aqui e ali. Já notei que quando o humor entra em cena há mais liberdade para tratar do assunto. Talvez tocando no assunto de forma bem-humorada as pessoas fiquem menos assustadas com o que está surgindo por aí.
traição de Capitu, com um interessante quase-empate no resultado. Desancaram o Bentinho num debate. E cheguei a assistir a um trecho de uma entrevista da Marília Gabriela com o Gustavo Franco em que ela insistia em saber de que “lado” ele estava – da traição ou não -, e na qual pareceu bem tola diante da recusa polida do entrevistado em dar sua opinião.O que realmente me espanta é que este tipo de drama, inteiramente irrelevante nos tempos dos testes de DNA, ainda provoque tanta discussão. Até uma adaptação recente do livro foi feita para o cinema. Alguém pode se mobilizar ainda com este tipo de dúvida existencial? É como "A Volta ao Mundo em 80 dias", mesmo uma criança sabe que hoje em dia dar a volta ao mundo nesse prazo é uma viagem demoradíssima, o que torna o suspense do livro uma curiosidade exótica. Socialmente, a dúvida do Bentinho é igual, em termos tecnológicos, ao desafio de Phileas Fogg. Mas a ficção científica avançou bem mais do que a alta literatura. Nas obras ditas sérias o modelo de relacionamento ainda é mais ou menos o da época de Machado, baseado em amores eternos e fidelidade, com mais liberdade sexual aqui e ali. Já notei que quando o humor entra em cena há mais liberdade para tratar do assunto. Talvez tocando no assunto de forma bem-humorada as pessoas fiquem menos assustadas com o que está surgindo por aí.
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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Um pouco de cultura agora...
"C o m u n i c a ç ã o N ã o - v e r b a l"
É o ato de comunicar-se que se efetua entre pessoas por meios que não a palavra. Estão envolvidos na comunicação não-verbal diversos elementos para o ato de conversar. Tais elementos podem contribuir ou atrapalhar, enfatizar ou contradizer. Além da linguagem verbal, há gesticulação, interlocutores assumem posições e fazem movimentos corporais que têm significação. A comunicação não-verbal pode ser redundante ou contraditória (diz uma coisa, mas seu corpo diz outra). Pode substituir o código verbal (gestos e posturas bastam), ou completá-lo (enfatizam a mensagem verbal).
Se leu até aqui, já está ótimo, pude contribuir um pouquinho com a cultura no mundo que está se destituindo conforme o "orkut" o domina.
Lingüístico: São os elementos vocais e verbais. Exemplo: fala, conversa de vizinhos, discurso de um político (safado ou não), aula de um professor a seus alunos, palestra a uma platéia interessada.
Paralingüístico: São os elementos não-verbais. Podem ser vocais: tom de voz. Ou não-vocais: postura dos interlocutores durante o ato comunicativo.
Extralingüísticos: Roupas usadas pelos interlocutores é um bom exemplo. Quem confiaria num médico com a roupa branca suja de sangue??
Cinésicos: São elementos não-verbais e não-vocacionais. Se baseia em gestos e movimentos corporais dos interlocutores.
Vamos lá, falta só mais um pouquinho... Depois pode voltar ao seu mundinho medíocre.
O comportamento comunicacional é condicionado por diversos fatores como o biofísico e psicológico (sexo, idade, estado emocional), ambientais, sociais, educacionais e culturais.
Você sabia que ao imitar gestos e assumir posições corporais do outro, falando na mesma altura de voz e igual velocidade, a possibilidade de convencer o interlocutor é muito maior. Fazemos isso com círculos sociais, agimos diferente entre amigos, e entre família e parentes. Se quisermos dar um "zoom" maior, cada pessoa é tratada de maneira diferente, a linguagem tanto verbal, como não-vebal é adaptada para cada um.
O comportamento comunicacional é condicionado por diversos fatores como o biofísico e psicológico (sexo, idade, estado emocional), ambientais, sociais, educacionais e culturais.
Você sabia que ao imitar gestos e assumir posições corporais do outro, falando na mesma altura de voz e igual velocidade, a possibilidade de convencer o interlocutor é muito maior. Fazemos isso com círculos sociais, agimos diferente entre amigos, e entre família e parentes. Se quisermos dar um "zoom" maior, cada pessoa é tratada de maneira diferente, a linguagem tanto verbal, como não-vebal é adaptada para cada um.
Bom, é isso... cuidado com o que diz ou com o que não diz.
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Trampo.


